terça-feira, 12 de abril de 2011



Vaguei pelo imaginário no
crepúsculo da manhã
tentando romper o muro
da realidade véu da
eternidade.Pétalas de rosas
caem e a alma degradada se
eleva,no abismo um foco de luz
aparece gloriosa alma esplandece
No espelho refletido contempla-se
a brisa da imortalidade.

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